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Adobe Flex – Parte 1


O Adobe Flex (antes chamado de Macromedia Flex e depois rebatizado como Adobe Flex pela Adobe) é o nome de uma tecnologia lançada em Março de 2004 pela Macromedia, que suporta o desenvolvimento de aplicações ricas para a Internet, baseadas na plataforma do Macromedia Flash. A versão inicial possuía um SDK, um IDE e uma integração com o J2EE também conhecido como Flex Data Services. Desde que a Adobe adquiriu a Macromedia em 2005, as versões subsequentes do Flex começaram a requerer uma licença para o Flex Data Services, que era inicialmente um produto separado e que posteriormente foi rebatizado como LiveCycle Data Services.

Em abril de 2007, a Adobe anuncia planos de abrir o código do Flex 3 SDK. O Adobe Flash Player, aplicativo pelo qual são visualizados as aplicações Flex, e o Flex Builder, a IDE utilizada para desenvolver aplicações Flex, continuam proprietárias e comerciais.

Visão Geral

É possível verificar que as aplicações feitas em Flash oferecem ao usuário uma experiência muito mais robusta, na qual a produtividade é envolvida pela facilidade de uso e interatividade em tempo real, impossível de se conseguir no HTML. Desenvolver aplicações ricas com o Flash para programadores de aplicações tradicionais torna-se de início estranho, pois o Flash trabalha com uma linha do tempo (timeline) que facilita o trabalho dos designers, mas pode confundir programadores iniciantes nesta ferramenta. O Flex remove esta barreira, fornecendo aos programadores um novo caminho de desenvolvimento de RIAs, buscando prover um fluxo de trabalho e um modelo de programação que seja familiar aos desenvolvedores. Utilizando MXML e XML, oferece uma construção rápida e facilitada do lay-out de GUIs. A interatividade com o usuário dá-se através do uso do ActionScript, o coração da linguagem Flash que se baseia na plataforma ECMAScript.

O Flex SDK vem com um conjunto de componentes incluindo botões, list boxes, árvores de acesso, data grids e muitos outros objetos de controle de texto, além de conteineres de lay-out. Componentes de gráficos são disponíveis como complementos. Outros atributos são os web services, arraste e solte, caixas de diálogo modais, animações, status da aplicação, validações, e outras interações que rodeiam uma aplicação do tipo framework.

Em um modelo Cliente-servidor ou multi-camada, aplicações Flex servem como a camada de aplicação. Ao contrário de aplicações HTML que se baseiam em páginas, o Flex mantém o estado do cliente onde mudanças significativas de visualização não necessariamente requerem uma carga de uma nova página. Similarmente, Flex e Flash possuem muitas formas de enviar e carregar informações para a camada-servidor sem que isto provoque uma recarga de tela por parte do cliente. Embora estas funcionalidades eram consideradas vantagens perante o HTML e o JavaScript no passado, o aumento do uso de XMLHttpRequests na maior parte dos navegadores têm feito com que a carga assíncrona de dados seja também uma prática comum em aplicações baseadas em HTML.

Tecnologias que são comumente comparadas com o Flex incluem o OpenLaszlo, Ajax, XUL, JavaFX e tecnologias desenvolvidas pela Windows Presentation Foundation, como o Silverlight.


Fonte:
Wikipédia e Google Imagens

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