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Serviços de cloud computing ganham espaço na segurança corporativa

Um estudo do Gartner apontou que, em 2015, 10% dos produtos de segurança de TI corporativa serão oferecidos pela nuvem. As mudanças no mercado, principalmente em segurança de e-mail, gestão de acesso e avaliação remota de vulnerabilidades, geraram expectativas de que serviços baseados em nuvem nesse segmento chegarão a US$ 4,2 bilhões em três anos.

Este ano, os serviços baseados em cloud estão em alta: nos Estados Unidos e na Europa, as empresas em geral indicaram que pretendem ampliar o consumo de diversos serviços em cloud, destacando-se os serviços de segurança de e-mail, que concentraram 74% das respostas sobre o mais desejado.

O mercado se abre para a ‘corretagem’ de serviços de segurança na nuvem. Isso abre frente para parcerias entre os provedores de serviços”, afirmou o diretor de Pesquisas do Gartner, Eric Ahlm. O mesmo estudo mostrou que 27% dos participantes consideram a adoção de ‘tokens’ como serviço em computação em nuvem. (mais…)


Segurança ainda inibe empresas de migrarem para a nuvem

Pelo fato de a computação em nuvem ainda despertar desconfiança em relação à segurança, uma pesquisa divulgada pela Infonetics mostrou que os serviços de segurança podem aproveitar essa oportunidade para esse ambiente e crescerem mais de 69% por ano, até 2017.

A segurança ainda desencoraja empreendedores e, de acordo com dados do 176 IT security, apenas 46% migraram aplicações de missão crítica e dados sensíveis, por estarem preocupados com segurança.

Os compradores estão mudando de serviços de segurança gerenciados para aprender a lidar com o volume de ataques e complexidade”, explicou Jeff Wilson, principal analista de segurança da Infonetics Research, e informou que existe um novo perfil, que gerencia os produtos de segurança e entrega soluções mais consistentes.

Os principais fatores que inibem as empresas com serviços de cloud são o BYOD e a perda de dados, que forçam empresas a criar políticas de segurança, ter visibilidade sobre o que acontece dentro da nuvem e investir em uma infraestrutura tradicional, que permite ter políticas de análise de dados, conformidades, visão das vulnerabilidades e respostas rápidas contra incidentes.

A promessa da nuvem é prover agilidade e reduzir custos. Entretanto, se os riscos não forem gerenciados e a segurança de dados não for efetiva, as organizações não vão ser totalmente beneficiadas com as vantagens da nuvem”, afirmou Flint Brenton, presidente e CEO da AccelOps. (mais…)


Brasil vai ganhar R$ 90 bilhões se virar hub regional de computação em nuvem

Com 58% do mercado de serviços de datacenters da América Latina, o Brasil tem grande potencial para se tornar o centro regional de computação em nuvem. A perspectiva traria cerca de R$ 8,4 bilhões adicionais a um segmento que deverá movimentar R$ 81 bilhões até 2017.

Mas só tamanho não conta, segundo a Associação Brasileira das Empresas de TICs (Brasscom). “Se o Brasil se consolidar como hub regional, poderemos ter ganhos adicionais. Mas só se formos competitivos. Se não, grande parte até dos R$ 81,4 bilhões vão para outros países”, avalia o diretor de infraestrutura da entidade, Nelson Wortsman. (mais…)


Evolução do PC para nuvem pessoal levará a dispositivos ativados por sensores

De acordo com o Gartner, a vida digital dos consumidores mudou do PC para a nuvem pessoal, e esse movimento levará a um novo tipo de interação entre as pessoas e seus serviços conectados.

Os consumidores vão usar e interagir com múltiplos aparelhos conectados e ativados por sensores, conduzidos por aplicações e serviços que criam ecossistemas conscientes, independentes de plataformas ou sistemas operacionais. “A computação consciente aprimora o dispositivo conectado e os serviços de nuvem pessoal, permitindo uma atividade de integração perfeita, ligada a aparelhos “invisíveis” e ativados por sensores, otimizados para um determinado conjunto de funções. Os dados e informações podem ser vinculados a outros serviços, pelos ecossistemas, plataformas e sistemas operacionais maiores”, afirmou Elia San Miguel, analista do Gartner.

A computação consciente é uma evolução natural de um mundo conduzido não por dispositivos, mas por coleções de aplicativos e serviços que se ampliam por meio de múltiplas plataformas e existem fora de telas conectadas, como telefones, tablets, PCs e TVs.

Como resultado, as aplicações são completamente cientes de ação e inação, não precisam ser ligadas/desligadas e fornecem uma maior quantidade de informações relevantes que podem, eventualmente, levar a uma mudança comportamental. Isso é algo impossível em aplicações ou dispositivos autossuficientes. Os consumidores não precisam adotar ou se comprometer totalmente com uma plataforma ou serviço. Podem adotá-los por meio de interação em longo prazo e compras feitas por funções, realizadas por tarefas de curto prazo.

Uma das experiências da computação consciente é que os dispositivos que levam o conhecimento caem em um chamado ‘espaço invisível’. Definimos como uma combinação de aparelhos e serviços unidos para formar uma experiência que não se consegue perceber no dia a dia. Na prática, os consumidores esquecerão que carregam o aparelho, que ele está desgastado ou usado até que precisem interagir com os mesmos para controlar ou obter um retorno, em termos de dados ou de informação”, disse a analista do Gartner.

Os dispositivos invisíveis e conscientes, que vão desde relógios de pulso e porta-chaves a termostatos e sapatos, são o equivalente digital de uma propriedade subdesenvolvida que pode se tornar extraordinariamente valiosa para o usuário, quando ligada aos serviços apropriados para ampliar o seu uso. Apesar de as ideias por trás dos atuais dispositivos conscientes estarem presentes há mais de uma década, a tecnologia “para vestir”, como a dos relógios inteligentes, na maioria das vezes, não ganha força junto ao consumidor. Isso acontece devido a altos custos, baixo valor percebido, ênfase na tecnologia sobre a forma e a necessidade de existirem como produtos autossuficientes e serviços que não podem se ligar a um ecossistema/plataforma maior.

Os serviços e ecossistemas de nuvem pessoal são o centro da experiência do consumidor digital. Combinados com conexões cada vez mais onipresentes, os aparelhos conscientes oferecem novas oportunidades de conduzir à adoção de novos dispositivos, ao aumento serviços de nuvem pessoal e a agir como um ponto de inflexão para a adoção da plataforma do consumidor. Na medida em que os novos aparelhos digitais ficam menores, conectam-se a aplicações de automação residencial e de aptidão pessoal e aumentam a funcionalidade do usuário, teremos um crescimento do uso de múltiplos dispositivos nos lares”, afirmou Elia San Miguel.


Na minha opinião, cloud e mobilidade têm uma relação tão íntima e sinérgica que não podemos falar de um assunto sem incluir o outro. Sem um ambiente dinâmico de cloud computing no background, torna-se impossível atender aos requisitos de escalabilidade e flexibilidade que os apps demandam. Além disso, com cloud, os apps inovadoras podem explorar novas funcionalidades, como as proporcionadas por imensos volumes de dados (Big Data), impossíveis de serem coletados individualmente. Esta sinergia já aparece em aplicações como o DropBox e iCloud. O serviço Google Maps Coordinate também é um outro belo exemplo desta sinergia. Na verdade, estamos visualizando duas nuvens sinérgicas: de um lado, uma nuvem de dispositivos móveis que as pessoas possuem, sejam smartphones e tablets, de diversos fornecedores e tecnologias e de outro, o imenso poder computacional concentrado em “cloud data centers”. Estas duas nuvens, conectadas, criam o espaço para criarmos apps inovadores. (mais…)


A SkySQL liberou a primeira versão de uma ferramenta de configuração para implementar bancos de dados para um ambiente cloud. Inicialmente, a empresa vai oferecer a novidade para ser usada no Amazon Web Services (AWS). Depois, o serviço será expandido para outros ambientes de cloud computing e nativos.
SkySQL

O serviço SkySQL é voltado para administradores de banco de dados, mas tem o usuário final como foco, que pode não ter habilidades técnicas para implementar ambientes corporativos de banco de dados para um ambiente cloud. Com o serviço, um gerente de TI pode usar um console administrativo para gerenciar instâncias, isolar e reconfigurar nós individuais na rede, além de fazer back up e restauração. Essas são habilidades sofisticadas que requerem profundas habilidades administrativas em banco de dados para serem executadas. (mais…)


Profissionais de TI acordem, pois o trem da computação em nuvem está saindo da plataforma um e, se não estiverem a bordo, perderão a chance de conduzir suas empresas para o próximo patamar!

Muitos dos atuais departamentos de TI têm-se mostrado relativamente lentos em adotar a computação em nuvem.  Ela não pode ser ignorada, apesar de haver tantos analistas desinformados sobre como esse conceito pode ajudar empresas a ganhar maior eficiência na gestão de suas infraestruturas de TI.

Não posso acreditar que milhares de pessoas, no mundo, que trabalham na área de TI, em suas casas utilizam tão somente programas de software hospedados em seus computadores residenciais.  Conheço alguns antigos colegas de trabalho que têm, em suas residências, ambientes de computação que deixariam envergonhadas as antigas salas de controle da NASA! (mais…)


Segundo o Gartner, o mercado de serviços públicos de computação em nuvem deve crescer 19,6% em 2012, alcançando US$ 109 bilhões.

Curso de Cloud Computing em Porto Alegre

A consultoria prevê que o negócio de processo como serviço (BPaaS) será o maior representante do mercado, com 77% do total, enquanto infraestrutura como serviço (IaaS) é o que cresce mais rapidamente, com alta de 45,4% em relação a 2011.

O BPaaS se firmou como segmento primário devido à inclusão da publicidade como sub-segmento. A estimativa é que o setor cresça para US$ 84,2 bilhões neste ano, sendo que em 2011 tinha US$ 72 bilhões. De acordo com o Gartner, a propaganda representava no ano passado cerca de 47% de todo o mercado de serviços na nuvem.

Software como serviço (SaaS) é o segundo maior segmento, abocanhando US$ 14,4 bilhões em 2012. O IaaS vai subir dos US$ 4,3 bilhões de 2011 para US$ 6,2 bilhões, e plataformas como serviço (PaaS) vão chegar a US$ 1,2 bilhão. (mais…)


Nos últimos anos, tenho apresentado inúmeras palestras sobre Cloud Computing, Big Data, Mobilidade e Social Media. Embora muitas vezes estes temas sejam apresentados de forma independente, eles formam uma convergência de forças transformadoras que, na minha opinião, irão mudar de forma radical o atual “way of life” de TI. Os dispositivos móveis, impulsionados pelo tsunami da consumerização, serão a plataforma de acesso, onde volumes imensos de dados e processamento serão operados em nuvem, criando inúmeras e inovadoras formas de conexões entre pessoas e empresas, gerando o que chamamos de social business.

No ambiente doméstico já vivenciamos isso no nosso cotidiano. Por exemplo, posso armazenar uma informação, seja esta um texto ou uma foto, e acessá-la pelo meu smartphone, meu tablet, meu iPod, ou meu laptop. Onde estão estas informações? Estão em uma nuvem. Este movimento também vai entrar no ambiente corporativo. As razões são muitas. Uma delas é que os usuarios domésticos, e principalmente a geração digital que está entrando no mercado de trabalho, já lidam com a tecnologia com muita intimidade. Além disso, a imensa complexidade da infraestrutura por trás de um contexto destes está mascarada para eles. Eles interagem com seus dispositivos móveis sem terem ideia da complexidade tecnológica que está na retaguarda. Por outro lado, nas corporações, muito da complexidade tecnológica está exposta aos seus usuários. Eles devem interagir com TI para obter novos serviços e serem autorizados a usar determinada tecnologia. Os interfaces dos sistemas aplicativos são complexos e pouco intuitivos. Requisitar mais capacidade computacional é demorado, passa por um lento processo de aprovação e instalação de novos servidores e softwares. (mais…)


O uso das aplicações de negócios baseadas na computação em nuvem deixou de ser uma incógnita no Brasil. O país se apresenta como um dos mais promissores mercados para a oferta de serviços e aplicações que rodam fora do ambiente de TI das empresas. O quesito segurança deixou de ser um dilema para os CIOs e gestores de TI porque as tecnologias de segurança e de encriptação das informações que transitam na rede estão, de fato, o estado da arte.

Por incrível que pareça, um dos segmentos que menos resistiram ao uso de aplicações em nuvem foram os gestores financeiros, o pessoal da área de controladoria e de finanças. Muito em função do avanço das aplicações de internet banking por eles usados e que são as mais seguras. (mais…)