
É comum nos noticiários atuais escândalos organizacionais envolvendo empresas que pareciam ser bastante fortes no mercado e que eventualmente fracassam, fazendo com que acabem falindo, cooperando para que elas se fechem definitivamente. A partir desses fatos, supõe-se que essas empresas não tiveram um gerenciamento de riscos eficiente, que pudesse evitar os problemas enfrentados.
Baseado nessa premissa, fiquei responsável por escrever um artigo simples sobre gerência de riscos, uma das áreas de conhecimento da metodologia de gerenciamento de projetos do PMI exposta no PMBOK. Depois de pronto, pensei, por que não trazer o artigo para a aprovação do público? Ou seja, vocês?
Passo pela explicação da palavra risco e por várias definições de diferentes autores do que é um risco e do que é o gerenciamento deste. É, de fato, uma revisão bibliográfica. Nada fora do comum, mas que pode abrir os olhos de algumas empresas, principalmente as pequenas, que não colocam em seus processos – seja interno ou de desenvolvimento de software – esse fator primordial (do qual eu mais gosto dentre todos os outros).
O tratamento do risco é importante e muito difícil de se fazer. Em um próximo artigo irei tratar sobre a simulação de análise dos riscos, elencando o que deve-se ser feito como mitigação e contingência.
A gestão de riscos é uma prática comum nas organizações, especialmente nas de grande porte, e deve ser levada a sério, pois é através da capacidade de lidar com isso que os riscos poderão tornar-se bons ou ruins para a empresa. Isso vale ser ressaltado. Há uma grande diferença entre risco e problema, apesar de costumeiramente eles serem encarados como sendo a mesma coisa. O risco não é o problema consumado. Ruim, sempre ruim, é quando o problema acontece, pois só a contingência conseguirá resolvê-lo. O risco não. Saber de sua existência é a grande chance de se evitar um problema, antevendo-o. No mínimo, saber como irá tratá-lo caso o que era só uma possibilidade ocorra inevitavelmente. (mais…)





