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Serviços de cloud computing ganham espaço na segurança corporativa

Um estudo do Gartner apontou que, em 2015, 10% dos produtos de segurança de TI corporativa serão oferecidos pela nuvem. As mudanças no mercado, principalmente em segurança de e-mail, gestão de acesso e avaliação remota de vulnerabilidades, geraram expectativas de que serviços baseados em nuvem nesse segmento chegarão a US$ 4,2 bilhões em três anos.

Este ano, os serviços baseados em cloud estão em alta: nos Estados Unidos e na Europa, as empresas em geral indicaram que pretendem ampliar o consumo de diversos serviços em cloud, destacando-se os serviços de segurança de e-mail, que concentraram 74% das respostas sobre o mais desejado.

O mercado se abre para a ‘corretagem’ de serviços de segurança na nuvem. Isso abre frente para parcerias entre os provedores de serviços”, afirmou o diretor de Pesquisas do Gartner, Eric Ahlm. O mesmo estudo mostrou que 27% dos participantes consideram a adoção de ‘tokens’ como serviço em computação em nuvem. (mais…)


Cresce A Demanda Por Profissionais De Segurança Qualificados

Apesar de a quantidade de vagas ser maior que a oferta, as empresas vão pagar mais para os que possuem certificações.

A demanda por especialistas de segurança da informação nos Estados Unidos e em outros mercados como o Brasil está superando a oferta disponível. No Brasil a carência por esses talentos é um reflexo da falta de profissionais qualificados para atuar em diversas áreas em TI.

Relatório divulgado pela Burning Glass Technologies, empresa americana que desenvolve soluções para comparar as ofertas de profissionais com oportunidades no mercado de trabalho, mostra que a demanda por especialistas em segurança cibernética cresceu 3,5 vezes mais que a procura por talentos de TI em geral e 12 vezes mais do que todos as outras vagas de emprego. (mais…)


De acordo com um estudo da consultoria italiana Translate, o Brasil deve ser o quinto maior mercado de comércio eletrônico em 2013. Em três anos, o país deve chegar ao quarto lugar de participação no setor, ultrapassando países como Reino Unido e Alemanha.

Estudo aponta que Brasil será quarto maior mercado de e-commerce em 2016

As estimativas da pesquisa apontam que o Brasil passará a ter 4,3% do mercado em 2016 ante 3,9% da Alemanha. O crescimento será de 53,6%, enquanto o poder de compra alemão diminuirá 23,5%.

A liderança mundial continuará com China, Estados Unidos e Japão. Em 2015, o mercado chinês assumirá a liderança com 18,5% de participação, seguido pela queda de participação norte-americana para 17,3%. O mercado japonês manterá a terceira posição.

A projeção leva em consideração a quantidade de usuários e a renda per capita de cada país. Além disso, é estabelecido um índice chamado T-Index. Ele determina o poder de compra online de cada país. O Brasil atualmente tem aproximadamente 3%, contra 22% dos Estados Unidos. (mais…)


Segundo a empresa de monitoramento SocialBakers, o Facebook perdeu aproximadamente cerca de 600 mil usuários ingleses em dezembro de 2012. Ainda que a Inglaterra seja somente o sexto país do mundo em número de usuários (o primeiro é os Estados Unidos e o segundo, o Brasil), números tão grandes podem indicar que a rede social esteja atingindo seu ponto de saturação.

Facebook começa a perder usuários em todo o mundo

No Brasil, isso aconteceu com o Orkut, que, depois de se tornar uma presença marcante na vida de quase todos os brasileiros com Internet começou a perder fôlego, até ser abandonado pela maioria de seus usuários.

Os dados batem com os divulgados pela comScore para os meses de setembro a novembro de 2012, revelando uma tendência de declínio que atinge cerca de 1,86% a cada mês. Embora o crescimento tenha se mantido positivo nos Estados Unidos, o país registrou a perda de seis milhões de usuários no último ano, e cerca de 1,5 milhão no Canadá.

Os números, somados à impressionante quantidade de usuários (estimada em 1 bilhão), fizeram os principais especialistas no assunto conjecturarem a respeito de um possível ponto de saturação para a rede social, no qual quase todos que gostariam de ter uma conta no Facebook já a criaram, ao mesmo tempo em que um número grande de usuários iria perdendo o interesse na rede e abandonaria suas contas.

No Brasil, isso ainda não aconteceu, mas, com cerca de 65 milhões de usuários (35% da população brasileira) é possível que o país também esteja próximo a um ponto de saturação. É importante lembrar que o principal responsável pelo “fim” do Orkut ou do Myspace foi justamente a chegada do Facebook, mas no momento não existe nenhuma outra grande rede social capaz de duelar com ela. (mais…)


Instituições acadêmicas se preparam para o futuro da web

No primeiro semestre de 2013, algumas universidades e instituições de pesquisa do Estado de São Paulo começarão a se conectar a uma rede experimental na qual serão testadas aplicações de novas tecnologias que poderão definir a internet do futuro.

Em âmbito nacional, outras dez instituições brasileiras, incluindo três do Estado de São Paulo – Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CpQD) –, também serão integradas a outra rede experimental que começará a ser criada no início de 2013 com o mesmo objetivo da rede paulista.

As duas redes experimentais acadêmicas brasileiras se somarão a algumas outras estabelecidas nos últimos anos em outros países com o objetivo de preparar universidades e instituições de pesquisa a uma mudança de paradigma na tecnologia de internet, prevista para ocorrer já nos próximos anos. (mais…)


De acordo com uma pesquisa do Gartner, mostra que 71% das organizações vêm utilizando o Software como Serviço (SaaS) há menos de três anos. E o Brasil teve o maior número de novos usuários. Entre as empresas entrevistadas, 27% afirmaram terem adotado o modelo por menos de um ano.

A principal razão para o uso do modelo é a necessidade de adotar novas soluções ou a substituição das existentes. E os aportes tendem a crescer ainda mais, já que o levantamento constatou que em todas as regiões – Estados Unidos, Europa, América do Sul e Ásia/Pacífico – 77% das empresas entrevistadas disseram que vão ampliar os gastos com projetos nessa área, enquanto 17% planejam manter os investimentos atuais com o modelo.

Entre as empresas entrevistadas no Brasil e na Ásia/Pacífico, mais de 80% planejam aumentar os investimentos com aplicações SaaS nos próximos dois anos. Os EUA e os países europeus não ficam muito atrás: as empresas norte-americanas disseram que os gastos nessa área crescerão 73%, e 71% das européias pretendem ampliar as contratações de SaaS. (mais…)


Para colocar mais dados em um disco rígido, é necessário diminuir o bit, a porção de material magnético responsável por guardar um 0 ou um 1. Mas bits muitos pequenos perdem a magnetização ou começam a influenciar-se mutuamente, o que resulta na perda do dado.

Entretanto, o químico Christopher Bates, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, encontrou uma solução para esse problema: “plastificar” os bits. Se os grânulos magnéticos puderem ser isolados uns dos outros, impedindo o contato magnético entre eles, é possível colocar muito mais bits por área sem risco de perda dos dados. Bates conseguiu fazer isso usando um material chamado copolímeros de bloco, e o processo funciona sozinho, por automontagem.

O segredo da técnica está na forma de deposição do polímero que, nas condições adequadas, organiza-se sozinho, sem nenhuma intervenção externa, para formar pontos ou linhas. Caso a superfície onde o processo de automontagem vai acontecer já tiver algumas saliências que funcionem como guias, o polímero forma os padrões exatos necessários para a deposição do material magnético do disco rígido.

O polímero forma os padrões exatos necessários para a deposição do material magnético do disco rígido – cada trilha tem até 20 nanômetros de altura.

De acordo com Grant Wilson, coordenador do grupo, o esperado era que o processo pudesse ser realizado em menos de 48 horas, mas eles já estão abaixo de 30 segundos. (mais…)


No primeiro semestre de 2013, universidades e instituições de pesquisa brasileiras serão interligadas em duas redes experimentais nas quais serão testadas aplicações de novas tecnologias que poderão definir a internet do futuro. Com o intuito de preparar universidades e instituições de pesquisa para uma mudança de paradigma na tecnologia de Internet, que deve ocorrer nos próximos anos, essas redes se somarão a outras estabelecidas em outros países.

Brasil inicia preparativos para internet do futuro

Atualmente, a tecnologia da Internet é baseada na troca (chaveamento) de pacotes de dados, e deve migrar para o chaveamento de fluxos – conjuntos de pacotes de dados que têm alguma característica em comum. Devido a essa mudança, as redes deixarão de ser definidas pelos equipamentos de rede (como os switches e os roteadores) e pelos softwares contidos neles, como acontece hoje, e passarão a ser gerenciadas por aplicativos externos, que determinarão o comportamento dos fluxos de dados.

Em 2008, pesquisadores de redes das universidades Stanford e da Califórnia em Berkeley, ambas nos Estados Unidos, publicaram um artigo descrevendo a implementação de um novo protocolo para gerenciamento de tráfego. Chamada “OpenFlow”, a tecnologia abriu as portas para que as “redes definidas por software” se tornem realidade. O protocolo permite transferir o controle do tráfego de dados em uma rede, antes realizado por switches e roteadores, para servidores externos. (mais…)


De acordo com um novo estudo da Citrix, até 2020, as empresas devem reduzir o espaço do escritório em 17%. O ambiente de trabalho do futuro deve oferecer apenas sete mesas para cada dez funcionários, sendo que cada pessoa terá acesso à rede corporativa de TI através de uma média de seis dispositivos diferentes. A previsão para 2020 é de seis mesas para cada dez funcionários em Singapura, Holanda, Estados Unidos e Reino Unido.

A maioria das empresas afirmou que pretende reformular o espaço do escritório para ser mais atraente. O ambiente de trabalho do futuro deve alimentar a criatividade, ser inspirador e incentivar a colaboração, permitindo o trabalho em qualquer lugar, a qualquer hora e em qualquer dispositivo, transformando o trabalho em atividade, e não um local de confinamento.

O relatório mostrou que 29% das pessoas não devem trabalhar mais em escritórios tradicionais. Em vez disso, os funcionários podem se instalar em diversos lugares semipermanentes, incluindo suas casas (64%), instalações de clientes ou parceiros (50%) ou qualquer lugar (60%), acessando aplicativos, dados e serviços corporativos de hotéis, aeroportos, cafés, quiosques e enquanto estiverem se deslocando.

A redução no número de funcionários baseados no escritório – que usam vários dispositivos de computação para acessar aplicativos, dados e serviços corporativos de vários locais fora do escritório tradicional – faz parte de uma tendência global chamada estilos móveis de trabalho. Em todo o mundo, 24% das empresas adotaram os estilos móveis de trabalho. Até meados de 2014, 83% das empresas devem abraçar o estilo móvel de trabalhar. (mais…)


O principal ranking mundial relativo ao acesso a centros de pesquisa na Internet traz 98 instituições brasileiras, e 21 delas são ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com destaque para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), segundo colocado na América Latina.

O instituto, líder entre as instituições brasileiras em 2011, 2010 e 2009, aparece atrás apenas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. No ranking latino-americano, o Brasil ocupa as dez primeiras posições. (mais…)