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Primeiro Qt 5.1 alpha chega com suporte para Android e iOS

Apenas três meses após o lançamento do Qt 5.0, Digia, desenvolvedor do framework de desenvolvimento de aplicativos open source, lançou a primeira versão de desenvolvimento do seu sucessor. Esta versão alpha primeiro para o Qt 5.1 inclui os primeiros vestígios de AndroidiOS com todo apoio de infra-estrutura da base Qt já implementada. Controles multi-plataforma para Qt Quick também foram introduzidas, o que permite aos desenvolvedores implementar aplicativos prontos-para-usar layouts para desktop.

O suporte para iOS foi anunciado pelos desenvolvedores do Qt no início de março e o port já tem trabalho no suporte para widgets, visualização gráfica e OpenGL, bem como em e touch e eventos de orientação. Qt Quick 1 também está disponível, embora as limitações atualmente proíbam o uso de Qt Quick 2. O Qt Quick 2 usa a engine V8 JavaScript, o que não pode ser incluído no iOS por causa da diretriz da Apple que proíbe o uso de compiladores just-in-time. O suporte para Android é baseado no port Necessitas do Qt 4 e suporta o Qt widgets, aplicativos Qt QML e Quick. (mais…)


Com a liberação do GCC 4.8.0, os desenvolvedores do GNU Compiler Collection completaram a migração para o C++ como a linguagem de implementação para o seu software. O trabalho de desenvolvimento durou anos, e o GCC 4.8 também traz melhorias de desempenho, novo nível de otimização e adiciona o detector de erro de memória AddressSanitizer, assim como a ferramenta ThreadSanitizer.

A mudança para o C++ significa que os desenvolvedores que querem construir sua própria versão do GCC agora precisam de um compilador C++ que entende C++ 2003. Os desenvolvedores explicam neste wiki as razões para a mudança. A página também lista os patches individuais para o compilador que foram comitados como parte da migração. Usuários que querem habilitar o framework Graphite no GCC 4.8 precisarão de novas versões de CLooG e ISL, que podem Sr baixados a partir do diretório de infraestrutura nos servidores GCC.

O código fonte do GCC 4.8.0 está disponível a partir de vários mirrors e do servidor SVN do projeto. Mais informações estão disponíveis neste link e no change log.

Fonte: Feed Carreira – GCC 4.8 completa migração para C++


Em outros artigos já deixei claro que não sou nenhum fascinado por Java, pois não acho que ele seja a solução para todos os nossos problemas. Acredito na questão da abordagem correta para seu problema. Sabemos que, tradicionalmente, o Java é escolha para desenvolvimento de grandes empresas, e o PHP é utilizado por pessoas que
desenvolvem seus próprios sites, ambos possuem suas exceções.

Apesar de trabalhar com desenvolvimento Java, participei de alguns processos de desenvolvimentos utilizando PHP, mais especificamente o CodeIgniter como framework. Com isso, pude observar que o desenvolvimento é bem rápido e que a linguagem é bem produtiva, mas achei bem parecido com o desenvolvimento utilizando JSP com Servlets e Scriptlets. Não entrarei neste nível de detalhamento, pois o intuito deste artigo é auxiliar na escolha de qual melhor solução dependendo de sua situação. (mais…)


Os desenvolvedores em começo de carreira que desejam progredir rápido podem encontrar um ótimo atalho na plataforma Ruby on Rails.

Ruby on Rails
Segundo especialistas, há um motivo forte para isso: a tecnologia é muito fácil de aprender e usar. Desse modo, os desenvolvedores podem dominá-la após um período curto de estudos e começar a ganhar dinheiro com o novo conhecimento . “O Ruby é simples mesmo para quem nunca criou uma aplicação”, diz Joseane Bezerra, engenheira de software da consultoria Liferay Brasil.

O desenvolvedor, explica Joseane, também encontra no Ruby on Rails um ambiente muito amigável para produzir. “A tecnologia oferece vários modelos de códigos. Com isso, o profissional pode usá-los, fazer pequenas adaptações e produzir com rapidez caso esteja criando algo novo”, diz.

A tecnologia é uma boa opção para trabalhar no aquecido mercado de manutenção de sites. “O especialista em Ruby on Rails consegue decifrar com facilidade o código escrito por outro desenvolvedor. Portanto, não encontra grandes desafios para consertar ou melhorar um código web”, afirma Joseane.

Aproveitamento – O Ruby on Rails inclui princípios como DRY (sigla de “não se repita”, em tradução livre do inglês) e incentiva o reuso de um mesmo trecho de código. “Há também um modelo de desenvolvimento que busca diminuir o número de decisões que um código deve tomar”, diz Joseane. (mais…)


A SpringSource lançou o primeiro release candidate da versão 3.2 do Spring, o próximo grande lançamento do seu framework de código aberto para desenvolvimento de aplicativos Java.

Spring Framework 3.2 Apresenta Release Candidate

O Spring Framework 3.2 agora inclui o Spring MVC Test, para ajudar os usuários a realizar testes de suas aplicações, o que antes era um projeto autônomo. O suporte para o custom @Bean foi adicionado em classes @Configuration, @autowired e @Value, que podem agora ser utilizadas como meta-annotations.

Outras mudanças incluem suporte para o método HTTP PATCH, a capacidade de carregar WebApplicationContexts no âmbito TestContext, e suporte inicial para a utilização JCache 0,5 (JSR-107) como um backend para cache abstraction. (mais…)


Promoção de Aniversário

Calendário Calendário

Ferramentas para Automação de Teste de Software / Duração: 20h

30 de julho a 03 de agosto / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust Confirmada
27 de agosto a 31 de agosto / Manhã: 8:00 às 12:00 / Local: TargetTrust
30 de outubro a 06 de novembro / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust
08 de dezembro a 22 de dezembro / Sábado Integral: 8:30 às 12:30 e 13:30 às 17:30 / Local: TargetTrust
17 de dezembro a 21 de dezembro / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust

Oracle 11g: Administração do Banco de Dados II / Duração: 30h

31 de julho a 09 de agosto / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust Confirmada
03 de setembro a 13 de setembro / Manhã: 8:00 às 12:00 / Local: TargetTrust
18 de setembro a 28 de setembro / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust
06 de outubro a 10 de novembro / Sábado Integral: 8:30 às 12:30 e 13:30 às 17:30 / Local: TargetTrust Confirmada
30 de outubro a 09 de novembro / Manhã: 8:00 às 12:00 / Local: TargetTrust
13 de novembro a 23 de novembro / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust

Orientação a Objetos com UML / Duração: 20h

01 de agosto a 07 de agosto / Manhã: 8:00 às 12:00 / Local: TargetTrust
04 de agosto a 18 de agosto / Sábado Integral: 8:30 às 12:30 e 13:30 às 17:30 / Local: TargetTrust Confirmada
06 de agosto a 10 de agosto / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust Confirmada
03 de setembro a 10 de setembro / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust
01 de outubro a 05 de outubro / Manhã: 8:00 às 12:00 / Local: TargetTrust
01 de outubro a 05 de outubro / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust
05 de novembro a 09 de novembro / Manhã: 8:00 às 12:00 / Local: TargetTrust
05 de novembro a 09 de novembro / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust
03 de dezembro a 07 de dezembro / Manhã: 8:00 às 12:00 / Local: TargetTrust
03 de dezembro a 07 de dezembro / Noite: 18:45 às 22:45 / Local: TargetTrust

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Os desenvolvedores do projeto Enyo, anunciaram que o framework de código aberto saiu do estado beta e recebeu a sua versão 2.0, estando a mesma disponível para download. A nova versão lançada, introduz novos widgets Onyx, como Menu, Picker, ToolTip, Tree e Drawer, além de adicionar o aplicativo Enyo Sampler 2, que fornece exemplos de novas funcionalidades disponíveis para para o aplicativo. A equipe diz que esse grande marco significa que Enyo 2 agora está pronto para ser utilizado em ambientes de produção, tanto sob o ponto de vista funcional quanto do ponto de vista qualitativo.

Desenvolvedores estão bastante satisfeitos com lançamento do Enyo 2.0, devido a seu excelente desempenho

Desenvolvedores estão bastante satisfeitos com lançamento do Enyo 2.0, devido a seu excelente desempenho

Em resumo, Enyo é um sistema multi-plataforma, orientado a objetos JavaScript para aplicações web, que tem um modelo de encapsulamento simples. Esse modelo permite que aplicativos sejam construídos a partir de building blocks auto-suficientes. Enquanto a primeira versão do Enyo foi originalmente concebida para o tablet TouchPad da HP e outros dispositivos móveis que executassem o webOS, a versão 2.0 foi re-escrita “do zero”, com o intuito de ser independente de plataforma e permitir aos desenvolvedores a criação de aplicações web que podem executadas em browsers modernos, como Firefox, Chrome e Internet Explorer, bem como navegadores móveis.

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Os modernas aplicativos web de hoje precisam estar devidamente preparados para atender ao público em sua totalidade. Isso que dizer que a solução web precisa estar acessível para ser usada em navegadores de desktops e, principalmente, nos navegadores dos modernos dispositivos móveis, como smartphones e tablets, que se infiltram cada dia mais no cenário das corporações.

O fator complicador dessa nova tendência é que a filosofia de usabilidade de aplicações web nos navegadores móveis é completamente diferente da usabilidade de um navegador desktop. Mesmo os dispositivos móveis hoje tendo uma alta capacidade computacional, eles se diferem em dois aspectos chaves:

  1. Monitores reduzidos
  2. Estimulo de ação e digitação baseada em touchscreen.

Isso quer dizer uma mesma solução desenvolvida para ser utilizada no navegador do desktop pode ter seu uso totalmente impraticável em dispositivos móveis. É justamente o que tem acontecido na maioria das vezes. Temos dispositivos com alta capacidade computacional e conexão 3G, mas, quando você entra em uma solução web, logo de início percebe que fica impraticável ficar gerenciando zoom nos monitores reduzidos e usando touch para disparar as ações. Quem ainda não passou por isso? (mais…)


O Python 3.3.0 entrou na fase de testes beta, depois de quatro meses da liberação do primeiro alfa. Desde então, outras três versões alfa foram lançadas. O beta marca o mais recente estágio no cronograma da linguagem, cuja versão final deve ser lançada em 26 de agosto.

Python

As mudanças na nova versão são predominantemente correções de bugs ou esclarecimentos de comportamento.

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A Red Hat lançou a primeira versão do JBoss Developer Framework, com objetivo de promover a adoção de tecnologias open source relacionadas à plataforma Java EE. O JBoss Developer Framework (JDF) reúne tutoriais e exemplos demonstrando como criar aplicativos corporativos com Java e Java EE O projeto é baseado em tecnologias da plataforma Java EE 6 e tecnologias desenvolvidas pela JBoss, como JPA, CDI, EJB, JSF, JAX-RS, RichFaces, GWT e outras.

JBoss Developer Framework Apresenta Tutoriais de Migração

O framework é formado por quatro segmentos:

  • Exemplos: Uma aplicação web, chamada de TicketMonsterdemonstra o uso de tecnologias Java EE com ferramentas JBoss. O projeto inclui funcionalidades para venda de ingressos para shows/eventos on line. A arquitetura do TicketMonster é composta por serviços Java EE 6, utilizando tecnologias como CDI, EJB 3.1, JAX-RS e JPA 2. No front-end da aplicação são utilizadas tecnologias como HTML5 e JavaScript (com JQuery).
  • Quickstarts: Atualmente o JDF é composto de 53 guias práticos, chamado quickstart, para diversas tecnologias em diferentes níveis. Cada quickstart conta com um guia com passos para orientar o desenvolvedor, além de um template de projeto para facilitar o “test drive” de uma determinada tecnologia. Existem guias para diversas tecnologias além do Java EE, como RichFaces, HTML5, Hibernate, OSGi, Arquilian, JBoss Modules e outros.
  • Grupo de artefatos Maven: O JDF define uma série de arquivos BOM (Bill of Materials; “lista de materiais”), cada um de arquivos estabelece uma relação predefinida de artefatos Maven. Dessa forma além de facilitar as configurações de dependências é possível manter compatibilidade com bibliotecas utilizadas.
  • Guias para migração: Nessa seção foi disponibilizado uma relação de guias para desenvolvedores que atuam com tecnologias como: Spring, Seam 2 e Java EE 5. Esses guias descrevem os passos para migrar os projetos para o JavaEE 6.

A primeira versão do JBoss Developer Framework tem o foco em disponibilizar conteúdo educacional. Mas na versão 2.0, que deve ser lançada no fim de novembro, a proposta é evoluir o projeto, implementando o suporte ao DeltaSpike, um conjunto de extensões CDI; e o AeroGear, um projeto incubador para concentrar tecnologias e ideias em desenvolvimento móvel.

Desenvolvedores podem participar do projeto, levantando dúvidas e ou melhorias através do fórum do JBoss Developer Framework. Também foi disponibilizado um feed atom exclusivo para informar as novidades relacionadas ao JDF.

Texto por Eder M.