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O kernel 3.0.39 que foi lançado recentemente, e o kernel 3.2.25, atualização que será liberada em breve, incluem não só pequenas mudanças e melhorias, mas também uma longa lista de otimizações de desempenho. Isto marca, fortemente, uma mudança na estratégia para a manutenção de versões mais antigas do kernel; anteriormente, estes tipos de ajustes em geral, não foram feitos para kernels estáveis ​​e de longo prazo para evitar a introdução de bugs.

Kernels recém lançados do Linux apresentaram melhorias focadas em suas performances

Kernels recém lançados do Linux apresentaram melhorias focadas em suas performances

Nesse contexto, os desenvolvedores do kernel do SUSE, Mel Gorman, e o mantenedor do kernel (estável e de longo prazo), Greg Kroah-Hartman, passaram a definir as engrenagens em movimento durante o desenvolvimento do Linux 3.5, quando precisaram trabalhar em uma extensão das regras para kernels estáveis ​​e de longo prazo. Essas regras permitem agora, que haja alterações para corrigir o desempenho principal e as questões de interatividade, ainda que tais mudanças bem intencionadas venham com um risco aumentado de bugs. (mais…)


A Oracle Corporation anunciou na última sexta-feira, o lançamento da versão 6.3 do seu Oracle Linux, sistema desenvolvido através da clonagem das fontes publicadas do Red Hat Enterprise Linux (RHEL), favorecendo a construção de sua própria distribuição. Esta versão da distribuição, portanto, contém todas as melhorias implementadas ao RHEL 6.3 e acrescenta várias atualizações de drivers para o próprio Unbreakable Enterprise Kernel(UEK).

Oracle Linux 6.3 Apresenta Várias Atualizações de Drivers

Oracle Linux 6.3 Apresenta Várias Atualizações de Drivers

Ressaltando que Oracle Linux oferece compatibilidade tanto com o UEK e com o kernel do Red Hat. O próprio Kernel Enterprise tem recebido atualizações para 14 drivers diferentes, e os benefícios de distribuição de uma ampla gama de correções de bugs upstream. Uma lista detalhada de pacotes atualizados e sobre os novos recursos disponíveis no Oracle Linux 6.3 podem ser encontrados em suas notas de lançamento. Imagens ISO da distribuição, pode ser baixadas a partir de diversos mirrors listados no Oracle Wiki.

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O openSUSE Project publicou a primeira versão beta apenas para a versão 12.2 de sua famosa distribuição Linux. O beta, que foi originalmente previsto para ser lançado em 24 de maio, mas foi posteriormente adiada devido a problemas com o serviço de compilação, será seguido por dois candidatos a lançamento no final deste mês. Embora o desenvolvimento tenha ficado para trás, a versão final do openSUSE 12.2 ainda está programada para chegar em 11 de Julho de 2012.

Versão Final do openSUSE 12.2. Será Liberada em Julho

Versão Final do openSUSE 12.2. Será Liberada em Julho

Destinado a desenvolvedores e testers, o beta é uma das primeiras distribuições a incluir o recente kernel do Linux, o 3.4 que foi liberado no último mês, e oferece uma escolha os ambiente desktop GNOME 3.4 ou KDE 4.8.3 SC – o KDE é selecionado por padrão. Como é habitual nesta fase beta, os desenvolvedores se concentraram em resolver bugs encontrados nas etapas anteriores e em melhorar a estabilidade global da distribuição. Este primeiro beta do openSUSE 12.2 está disponível para baixar como um arquivo de imagem ISO de DVD para sistemas de 32 e 64-bit. Os usuários que testam a versão são encorajados a fornecerfeedback e relatar quaisquer bugs que encontrarem. A atual versão estável é a openSUSE 12.1, liberada em novembro de 2011.

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Liberado para download em um domingo (e provando mais uma vez que nerds de verdade não têm vida pessoal), o kernel Linux 3.4 chega trazendo suporte a novos processadores e placas de vídeo, além de outras novidades. Se o kernel 3.3 serviu mais para unificar os núcleos do Linux e do Android, a versão 3.4 lançada ontem pelo próprio Linus Torvalds na lista LKML focou mais em compatibilidade com novos equipamentos.

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Entre as novidades, podemos citar:

* Melhorias no sistema de arquivos btrfs, incluindo melhoria na performance geral, recuperação de dados e ferramentas diversas de reparo;

* Suporte inicial à placa Nvidia GeForce 600;

* Suporte à placa gráfica Intel Medfield;

* Suporte às placas da série Radeon HD 7xxx;

* Melhorias diversas nos sistemas de arquivo Ext4, FUSE, NFS, XFS, HFSplus, CIFS e GFS2, além dos sistemas de virtualização KVM e XEN

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A polêmica sobre o tamanho da contribuição ao kernel Linux efetuada pela Canonical, empresa responsável pela manutenção da bem-sucedida distribuição Ubuntu, é reavivada ciclicamente pelos seus detratores. Dessa vez, no entanto, recebeu uma resposta direta do principal representante do projeto.

Mark Shuttleworth

Mark Shuttleworth

Quero começar sendo franco sobre o que penso: mesmo quando há mérito na crítica, muitas pessoas que vejo criticar a ausência de contribuição alheia em projetos open source usam os mesmos projetos em benefício pessoal e contribuem muito menos. E não há como negar que a questão do tamanho da contribuição da Canonical ao desenvolvimento do kernel Linux é polêmica e, por isso, volta à baila regularmente.

Nesta matéria do The Inquirer, publicada anteontem, o fundador da empresa e do Ubuntu, Mark Shuttleworth, é citado respondendo o que pensa a respeito. Esteja ele certo ou errado, vou reproduzir o trecho central de suas declarações:

“É absolutamente verdade que não temos qualquer interesse nos fundamentos centrais do kernel Linux, nenhum mesmo. O kernel Linux já era um sucesso antes de o Ubuntu ser fundado, o que estava faltando naquele momento era o comprometimento com a experiência do usuário, a qualidade da integração que o Ubuntu essencialmente trouxe. Eu não acho que qualquer pessoa que pense nisso a sério diria que a enorme quantidade de trabalho que fazemos não é uma contribuição.”

Ele também disse que, na própria comunidade de desenvolvedores do kernel Linux, basta ir a uma conferência para perceber que 70% deles usam o Ubuntu em seus computadores para desenvolver o kernel. E fazem isso porque, assim, seus laptops simplesmente funcionam, as atualizações de software simplesmente funcionam, etc. Ainda segundo ele, estes desenvolvedores que se beneficiam do Ubuntu também rejeitam quando uma empresa concorrente da Canonical, repetidamente, vem trazer números sobre o quanto cada um contribui em linhas de código para o kernel, como se fosse a única medida de contribuição válida. (mais…)


O XAMPP é um pacote com os principais servidores de código aberto do mercado, incluindo FTP, banco de dados MySQL e Apache com suporte as linguagens PHP e Perl.

Com ele, é possível rodar sistemas como WordPress e Drupal localmente, o que facilita e agiliza o desenvolvimento. Como o conteúdo estará armazenado numa rede local, o acesso aos arquivos é realizado instantaneamente. O pacote de servidores é baixado cerca de 600 mil vezes por mês, de acordo com dados do SourceForge.

Atualmente, o XAMPP está disponível para quatro sistemas operacionais: Windows, Linux, Mac OS X e Solaris. Não é necessário instalá-lo: basta extrair o arquivo compactado (de preferência para a pasta raiz do seu disco rígido ou um local de fácil acesso) e executar o aplicativo que inicia os servidores. No Windows, o executável possui o nome xampp_start.exe. Um painel de controle (xampp-control-3-beta.exe) também fica disponível e permite iniciar ou parar servidores individuais.

Painel de controle do XAMPP (Foto: Reprodução/Paulo Higa)

Painel de controle do XAMPP (Foto: Reprodução/Paulo Higa)

Após iniciar os servidores do XAMPP, seu servidor web local estará disponível no endereço http://127.0.0.1. Para armazenar arquivos, procure pela pasta htdocs no diretório que você extraiu os arquivos do XAMPP. Todos os arquivos salvos neste local estarão disponíveis pelo endereço acima. Uma pasta chamada “wordpress”, por exemplo, estará acessível em http://127.0.0.1/wordpress. (mais…)


github targettrust porto alegre rio grande do sulRedes sociais estão na moda, ou melhor, ser social está na moda! Mas pedir para um desenvolvedor ser social é algo complexo, pois nós somos um espécime um pouco diferente (nem todos, é claro). E por que não ser social com o que adoramos fazer?

Nós adoramos desenvolver, conversar sobre assuntos relacionados a desenvolvimento, contribuir ou compartilhar códigos (ok, nem todos gostam), e é nesse ponto que o GitHub é incrível.

Antes de falar dos recursos do GitHub, vamos entender o que é o Git. O Git é um sistema de controle de versão distribuído, se quiserem fazer uma analogia podem pensar no SVN, TFS ou SourceSafe, apesar de grandes diferenças. Foi inicialmente projetado e construído pelo Linus Torvalds, e utilizado no desenvolvimento do Kernel do Linux.

O GitHub, lançado em Fevereiro de 2008, é um site onde podemos hospedar nossos projetos. Ele utiliza o Git para controle de versão, e, para os desenvolvedores de plantão, o GitHub foi feito com Ruby on Rails.

Existem outros sites onde podemos colocar nossos projetos, mas o que torna o GitHub interessante são alguns recursos de redes sociais. Nele podemos seguir projetos de nosso interesse ou mesmo outros desenvolvedores. (mais…)


No dia 9 de dezembro de 2011,  a Canonical anunciou o seu novo portal – odm.ubuntu.com – voltado para os fabricantes de hardware (OEMs-Original Equipment Manufacturer) e designers (ODMs-Original Design Manufacturer). O conteúdo do portal  é uma seleção dos melhores artigos em sites da comunidade Ubuntu, que são relevantes para os fabricantes de dispositivos (OEM e ODMs) e engenheiros. O conteúdo foi selecionado pela equipe da Canonical Hardware Enablement e baseia-se no bom trabalho da equipe do Ubuntu Kernel.

Novo portal da Canonical para desenvolvedores (Foto: Reprodução)

Novo portal da Canonical para desenvolvedores (Foto: Reprodução)

A Canonical pode ter desistido de lutar para embutir o Ubuntu em PCs de consumo nos Estados Unidos, pelo menos por enquanto, mas continua empenhada em criar fortes relações com fabricantes de hardware. Esse novo portal, é o mais recente esforço da empresa no sentido de atender a este grupo, além de ser um exemplo significativo de como a Canonical está mudando a forma de ajudar as pessoas a encontrar informações sobre Ubuntu. (mais…)


Linus Torvalds já lançou e anunciou a versão 3.1 do kernel Linux, marcando-o no sistema de controle de versões de código-fonte git e subindo seu código para o site kernel.org. Ele e seus colegas de desenvolvimento demoraram três meses para produzir essa versão, um período que é entre três e quatro semanas mais longo do que o habitual (em consequência da falha de segurança do site kernel.org), o que pode ter tirado um pouco o ritmo de desenvolvimento do kernel.

Essa nova versão traz o suporte à uma nova arquitetura de processadores, o OpenRISC, projeto da OpenCores para desenvolver um CPU em código aberto, essa implementação ainda é incipiente e no momento só existe suporte para a família de processadores 32 bits OpenRISC 1000 (or1k). Além disso, o novo kernel também possui um novo processo de “writeback” otimizado, permitindo que a escrita de informações presentes na memória RAM para um disco rígido seja organizada heuristicamente, com um novo sistema detecção de banda disponível no disco e as melhorias no pareamento “writeback <-> sistemas de arquivos”. (mais…)


A Oracle comprou a Ksplice, empresa que oferece serviços e tecnologia para corrigir vulnerabilidades e erros existentes no kernel do Linux on the fly. Oracle planeja incorporar a tecnologia em seu kernel Linux Unbreakable, como o usado por sua plataforma “Unbreakable Linux”, e espera que isso aumente o sistema operacional de segurança, confiabilidade e disponibilidade.

Inicialmente, o desenvolvedor da Ksplice procurou fazer com que a tecnologia open source fosse incluída no kernel Linux oficial, mas esses esforços se tornaram esquecidos depois de um tempo. Mais recentemente, a empresa havia tentado fazer dinheiro com uma oferta de serviços chamado “Uptrack Ksplice”, que oferece atualizações de segurança runtime para diferentes distribuições como Fedora, Ubuntu, Debian e Red Hat Enterprise Linux (e suas distribuições derivadas como o CentOS e Scientific Linux.

Apesar da oferta incluir suporte para Red Hat e distribuições SUSE Linux, a Oracle não vai suportar a tecnologia Ksplice para essas plataformas. (mais…)